Transformação digital – sua clínica ou consultório precisa?

Provavelmente você já deve ter ouvido falar da transformação digital. Essa é uma das tendências mais comentadas da atualidade e se tornou um processo de expansão em diversos setores, principalmente o da saúde. 

Mas o que de fato seria esse processo? São medidas que as empresas estão tomando para utilizar a tecnologia para melhorar o desempenho, aumentar o alcance e gerar resultados mais eficientes.É importante entender que essas mudanças englobam também a chegada de novos hábitos e comportamentos. Afinal, a tecnologia precisa ser utilizada como uma ferramenta para desbloquear potenciais humanos.

Na prática, já não existe outra saída. O mundo mudou e a transformação digital é algo imprescindível. Para clínicas e consultórios, isso significa melhorar a gestão, otimizar processos, diminuir a margem de erros, melhorar o atendimento e experiência do paciente e, inclusive, gerar novas oportunidades de negócio. Não é por acaso que a cada dia presenciamos o surgimento de mais e mais startups na área da saúde.

E agora, por onde começar?

Para que sua clínica ou consultório realize a transformação digital, o primeiro passo é enxergar o negócio de uma maneira completa, assim, com essa visão macro e micro, você conseguirá identificar as necessidades da empresa e investir com maior assertividade nas ferramentas de gestão.

Esse tipo de mudança exige planejamento, investimento em soluções tecnológicas e também treinamento para a equipe.

Quais são os benefícios?

As vantagens giram em torno dos pontos apresentados anteriormente. Por exemplo, a clínica ou consultório precisa ter um software de gestão que auxilie na otimização do tempo, que armazene dados relevantes para análises futuras – como entendimento de gastos, fluxo de caixa, dias e horários com mais movimento, procedimentos mais utilizados etc -, que seja de fácil consulta, que tenha uma navegação intuitiva e que também possua um serviço de suporte de qualidade.

O prontuário eletrônico também é uma solução muito eficaz. Ele permite que os profissionais tenham acesso ao histórico do paciente. Isso faz com que essas informações facilitem até um atendimento multiprofissional, sem contar que o médico ou dentista pode utilizar alguns recursos para discutir casos e encontrar alternativas melhores para os pacientes.

Também falamos sobre novas oportunidades de negócio. Um exemplo recente disso é a telemedicina que pode ser uma nova atividade na rotina dos profissionais de saúde. Essa área de atendimento ainda está sendo discutida e precisa se consolidar, mas a cada dia percebemos que a tecnologia avança e que ela continuará modificando todas as formas de consumir, trabalhar, estudar e se cuidar.

Se você ainda não iniciou o processo de transformação digital, procure profissionais especializado para te auxiliar nesse caminho. Caso precise de ajuda para planejar a gestão financeira e contábil, conte com os serviços da Proativa. É só falar com um dos nossos consultores!

Veja como fazer o faturamento de convênios e evitar glosas

Quando um profissional de saúde resolve abrir sua própria clínica ou consultório, além dos conhecimentos técnicos específicos de sua área, ele também acaba se tornando responsável pela administração de seu negócio. Essa nova função exige outras habilidades desse médico ou dentista, que precisa ser ainda mais organizado, consciente de suas decisões e, muitas vezes, metódico para que todos os processos funcionem perfeitamente.

Se o profissional opta por realizar seus atendimentos via operadoras de convênios, essa escolha se torna um dos principais fatores para a saúde financeira da empresa e deve ser tratada com muita dedicação, especialmente porque as chamadas glosas, que são faturamentos não recebidos ou recusados, podem afetar significativamente o negócio como um todo.

Fuja das glosas e tenha vantagens para a sua clínica ou consultório

Evitar glosas permite que o seu planejamento financeiro seja mantido, proporciona um controle maior do fluxo de caixa, evita retrabalho, perda de tempo, prejuízos e também abre um espaço maior para dedicação à uma gestão de pacientes, que gera serviços de qualidade e fidelização.

As glosas são classificadas de três formas: administrativas, técnicas e lineares

Glosa administrativa: normalmente mais fáceis de resolver, são falhas nos processos administrativos, como preenchimento incorreto de informações do beneficiário do plano de saúde, inclusão de serviços que não fazem parte das coberturas, falta de assinaturas etc.

Glosa técnica: esse tipo exige uma auditoria para avaliar os procedimentos que foram cobrados sem argumentações técnico-científicas.

Glosa linear: acontecem de acordo com um posicionamento unilateral dos convênios. Podem caracterizar práticas irregulares e necessitarem de medidas regulatórias da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Confira as dicas que a Proativa separou para você

1. Entenda o processo como um todo e invista em treinamento

Os procedimentos para faturar com os convênios são realmente complexos. O passo número um para evitar erros é entender como tudo funciona e garantir que todos os profissionais que fazem parte das etapas estejam alinhados. Investir em treinamento e ter recursos para consultas, em caso de dúvidas, faz com que a equipe se torne capacitada e gere resultados bem-sucedidos.

2. Tenha uma gestão diária das informações

Esse controle do fluxo das informações, desde o momento da chegada do paciente até a realização do último procedimento, é fundamental para evitar prejuízos e perda de tempo. Afinal, se o responsável por aquela etapa tiver acesso facilitado a esse banco de dados (que muitas vezes pode ser uma simples planilha), ele não perde tempo procurando em lugares diferentes e resolve qualquer eventual pendência mais rápido.

3. Use a tecnologia ao seu favor

Atualmente existem softwares de gestão que facilitam muito o dia a dia das clínicas e consultórios, permitindo que o trabalho manual seja reduzido e resultando em menos oportunidades de erros. Esses programas são ótimas ferramentas para organização e integração das informações. Existem inúmeras opções no mercado, por isso, pesquise a que se encaixe melhor às necessidades do seu negócio.

Quer manter a saúde financeira da sua clínica ou consultório? Conte com os serviços especializados da Proativa Consultoria Contábil e Empresarial. Entre em contato conosco!

Coworking para profissionais de saúde – as vantagens da economia colaborativa

Compartilhar. Essa palavra tem agregado cada vez mais sentido e valor na rotina da sociedade moderna. E não estamos falando de compartilhamento de postagens nas mídias sociais, mas de uma economia colaborativa que gerou uma nova percepção de mundo: substituir o acúmulo pela divisão.

Essa tendência é muito bem representada por aplicativos como Airbnb, Yellow e Uber que geraram soluções que transformaram formas de consumo. Dentro dessas novas formas, não poderíamos deixar de falar do coworking, modelo de trabalho que é baseado no compartilhamento de espaço e recursos de escritório. Esse modelo tem se expandido e alcançou os profissionais de saúde, se tornando uma alternativa bem interessante para quem não tem (ou não quer gastar) uma reserva financeira investindo na própria clínica ou consultório.

Fora a questão da economia, esses espaços são vantajosos por oferecerem experiências tanto para os profissionais quanto para os pacientes. Esses diferenciais vão desde a arquitetura e design dos ambientes, que esbanjam modernidade e fogem completamente dos padrões de consultórios tradicionais, até a possibilidade de networking, pois a oportunidade de conhecer outros profissionais, trocar conhecimentos e realizar parcerias não pode ser desperdiçada.

Como médicos e dentistas podem utilizar espaços de coworking?

No Brasil já existem espaços de coworking especializados para profissionais de saúde. Eles possuem facilidades para agendamento de consultas, recepcionistas, café, cozinha, armários, bicicletários, áreas para exames e equipamentos específicos para a área. Muitos também oferecem serviços personalizados que permitem que o médico ou dentista tenha uma linha telefônica, website, cartão de visita, entre outros itens de papelaria.

Quanto custa trabalhar em um coworking?

Existem diferentes tipos de pacotes, mas um dos mais comuns é o pay-per-use, no qual os profissionais só pagam pelo tempo que utilizarem o espaço escolhido. Esse recurso evita a geração de gastos quando o profissional não estiver atendendo.

Juntando com o fato de que as despesas de espaço, equipamentos de escritório, mobiliário e funcionários acabam sendo compartilhados, atender em um coworking permite uma economia expressiva.

Quem atende em espaços de coworking precisa de um contador?

Segundo Marcelo Henrique Pereira da Silva, sócio da Proativa Consultoria Contábil e Empresarial, mesmo os profissionais que optarem por atender no modelo de economia colaborativa irão precisar dos serviços de um contador. “Na verdade, toda empresa precisa. Além das obrigações fiscais e conformidades perante o fisco, o contador irá desenvolver planejamentos tributários e de custos, proporcionando um apoio financeiro diferenciado para o negócio”.

Marcelo também aproveita para dar dicas para os profissionais que estão em início de carreira e pensam em fazer parte da tendência do coworking. “É importante prestar atenção na escolha do local. Dê preferência para lugares que não sejam tão impessoais e que, mesmo que sejam tão grandes, tenham uma boa infraestrutura, localidade e conforto para os seus pacientes. Também é necessário verificar a viabilidade da utilização do endereço fiscal para a atividade médica”.

Vai iniciar seus atendimentos em algum coworking?

Entre em contato conosco e deixe sua empresa com as obrigações fiscais em dia.

Dicas valiosas para médicos e dentistas melhorarem as redes sociais de suas clínicas ou consultórios

As redes sociais são uma verdadeira extensão do atendimento que você oferece aos seus pacientes em sua clínica ou consultório. Esse ambiente digital, além de ser uma forte ferramenta para prospecção de novos pacientes, é o local onde o seu negócio está exposto para o mundo. Essa enorme vitrine online tem inúmeras vantagens, mas, caso seja utilizada de forma incorreta, pode ser um grande fator de risco para a saúde da sua empresa.

Como ninguém quer ser malvisto no universo da internet, a Proativa separou algumas dicas valiosas para você, médico ou dentista, aproveitar as redes sociais para consolidar a imagem do seu negócio e até aumentar seu faturamento. Continue a leitura e prepare-se para colocar tudo em prática!

Antes de tudo, conheça seu público

Tão importante quanto ser especialista na sua área é conhecer o seu público. Isso irá determinar o tipo de conteúdo e a linguagem que o seu negócio deve ter nas redes sociais. Informações como faixa etária, interesses, localização e gênero fazem toda a diferença. Por exemplo, se você tem um consultório de odontopediatria, seu público não é de crianças, mas muito provavelmente de mães. Você pode buscar entender o comportamento dessas mães e direcionar um conteúdo realmente relevante para elas.

Cuidado com o conteúdo

Um ponto de atenção que profissionais de saúde precisam levar em consideração é que, se o seu discurso é direcionado para clientes/pacientes, você precisa se comunicar para eles. O que isso quer dizer?

Muitos médicos ou dentistas postam imagens de cirurgias ou qualquer outro procedimento e ainda enchem as legendas com termos técnicos e difíceis para o público geral compreender.

É necessário ter bom senso. Escolha imagens que transmitam o resultado do seu trabalho e não o “problema” que você solucionou. Você pode tomar como exemplo as campanhas publicitárias de grandes hospitais: elas nunca vão mostrar um paciente debilitado, em tratamento ou sendo operado, mas sempre feliz e sorridente, transmitindo a sensação de que foi bem cuidado. O discurso segue a mesma linha e precisa cumprir sua missão de ser entendido.

Fique dentro da lei

Tanto o Conselho Federal de Medicina, quanto o de Odontologia possuem seus códigos de ética e precisam ser respeitados. Posts como “antes e depois”, consulta e diagnóstico online, promessas de resultados e exposição vexatória de pacientes não são permitidos. Caso você fique na dúvida se o que você vai postar está de acordo com o código de ética da sua classe, não hesite em pesquisar e confirmar antes.

Não deixe seu público “a ver navios”

Busque solucionar qualquer eventual problema e sempre demonstre preocupação com a solicitação do seu cliente. Lembre-se, todas essas pessoas são formadoras de opinião na internet, mesmo que em pequena escala.

Também é importante prestar atenção na frequência de postagens. Monte um cronograma e programe-se para cumpri-lo.

Considere investir

Mesmo as redes sociais fazendo parte do nosso dia a dia, manter um perfil ou página profissionais exige alguns investimentos, seja de tempo e/ou dinheiro.

Caso você não tenha uma agenda que permita que você dê uma atenção especial a essa área do seu negócio, procure capacitar algum funcionário ou busque a ajuda de profissionais especializados.

Analise seus resultados

Mais do que números de curtidas, comentários ou compartilhamentos, você pode utilizar as redes sociais para escutar as necessidades (ou reclamações) do seu público e transformá-las em soluções para a sua clínica ou consultório. Por exemplo, se você recebe muitas mensagens perguntando sobre um serviço X, que você não oferece, considere estudar melhor a possibilidade de implementá-lo.

A Proativa Consultoria Contábil e Empresarial está sempre buscando soluções para que o seu negócio seja ainda mais bem-sucedido. Continue acompanhando nosso blog e, caso surja alguma dúvida, entre em contato com o nosso time!

Quais são as funções da recepcionista de uma clínica médica?

O contato inicial de um cliente ao chegar em uma clínica médica é diretamente com a recepcionista e, por isso, é importante que essa profissional saiba como melhor atender à todos que chegam na clínica.

Para exercer as funções de recepcionista de uma clínica médica é importante que a profissional tenha o jeito certo para falar, para agir, para ouvir e para atender o cliente, permitindo um bom atendimento desde o primeiro momento em que entra na clínica.

Cordialidade no acolhimento é um detalhe que faz toda a diferença para o cliente, tornando o trabalho mais fácil, mais agradável e fornecendo ao cliente a tranquilidade que ele precisa, principalmente se estiver se sentindo mal com algum problema de saúde.

Bom relacionamento está entre as funções da recepcionista de uma clínica médica

Qualquer pessoa em determinado momento da vida pode se tornar um paciente, já que estamos todos passíveis de sofrer problemas de saúde e, quando nos tornamos pacientes, queremos ser atendidos por uma pessoa que entenda a situação e que nos ofereça o melhor atendimento.

Embora tenhamos uma tecnologia muito avançada na medicina, o mais importante em qualquer tratamento está no relacionamento com os profissionais, numa comunicação adequada, no estabelecimento de um vínculo solidário, no respeito para com o paciente.

A recepcionista, como primeiro contato de uma clínica médica, deve estar bem treinada e preparada para isso.

E, nessa época, em que as clínicas médicas não podem dispensar pacientes, a recepcionista se torna fundamental para o bom funcionamento do negócio. Assim, entre as funções da recepcionista de uma clínica médica, devemos considerar a gentileza.

A gentileza da recepcionista tem o objetivo de conquistar a confiança do cliente. A forma como o cliente é tratado ao ser recepcionado é o fator que irá definir o restante do relacionamento da clínica com o cliente.

Para a recepcionista é importante ser gentil, simpática, receber todos os clientes sempre de forma agradável, ou seja, através de gestos simples, que refletem a preocupação da clínica com seu cliente desde sua chegada.

Os problemas pessoais, atritos com companheiros de trabalho ou qualquer outro motivo que possa atrapalhar o atendimento deve ser deixado de lado, resolvido em outro momento.

A empatia demonstrada no atendimento torna-se necessária e, para isso, a recepcionista deve ser perspicaz o suficiente para partilhar dos problemas pelos quais o cliente está passado, esclarecendo dúvidas e trazendo a calma necessária, mostrando que é solidária com ele e que estará fazendo o que for possível para ajudá-lo nesse momento que pode ser crítico.

Organização faz parte das funções da recepcionista de uma clínica médica

Para que possa executar suas atividades dentro do esperado, entre as funções da recepcionista de uma clínica médica está a manutenção da organização da recepção.

Em primeiro lugar, é preciso organizar a agenda do profissional médico, para que haja espaço e disponibilidade para o atendimento de todos os clientes com consulta marcada.

Saber o tempo de cada procedimento, o tempo das consultas, a taxa de atraso máximo permitido e quais as atitudes a tomar quando um cliente não comparecer, são atividades que devem ser feitas todos os dias, dentro do prazo, para manter a organização necessária.

Assim, é necessário, todos os dias, manter uma reunião com os profissionais médicos da clínica e definir o que deverá ser feito durante o dia, dando prioridade às consultas e aos procedimentos e permitindo que haja continuidade no atendimento.

Manter documentos dentro da ordem, ter sempre à mão os contatos e informações importantes sobre os pacientes, definir o protocolo de atendimento para confecção de cadastros fazem parte dessa atividade. Uma recepcionista deve encontrar a maneira de evitar qualquer tipo de engano que possa trazer prejuízo ao cliente e à clínica médica.

Tudo o que deve ser feito no atendimento e na organização tem como objetivo principal evitar qualquer tipo de imprevisto para a clínica.

Quando tratamos de saúde, mesmo com todo o planejamento, mesmo com toda a presteza no atendimento, sempre pode ocorrer algo inesperado, como uma emergência médica, um problema pessoal urgente dos profissionais médicos, atrasos de pacientes, etc., que vão exigir maior responsabilidade por parte da recepcionista para buscar a solução mais adequada.

Uma pequena relação das funções da recepcionista de uma clínica médica

Comentamos de uma maneira rápida sobre a forma como a recepcionista deve se comportar durante seu período de trabalho. Para esclarecer melhor, acompanhe uma relação das funções da recepcionista de uma clínica médica:

  • Controle do acesso e acolhida dos pacientes, profissionais e fornecedores à clínica;
  • Orientação sobre os procedimentos iniciais, informação sobre horários e tempo de espera, sinalização dos locais de atendimento, banheiro e copa;
  • Manter-se disponível para prestar qualquer esclarecimento ou solucionar dúvidas;
  • Chegar sempre antes do horário de funcionamento, fazer reunião com o profissional todos os dias e preparar o que for necessário para o atendimento;
  • Estar sempre atenta e ser solícita e atenciosa para com todos, garantindo um bom fluxo de informações e promovendo maior rapidez ao atendimento;
  • Oferecer entretenimento e atenção aos acompanhantes e, no caso de uma clínica onde haja internação, às visitas, para que se direcionem aos locais corretos;
  • Manter o rigoroso controle das consultas, confirmando antecipadamente com os pacientes, verificando horários e intervalos possíveis para atendimento de emergência;
  • Fazer os encaixes e ajustes necessários sem tirar a ordem das consultas marcadas, estabelecendo prioridades e comunicando atrasos, sempre com muita atenção;
  • Manter o ambiente da recepção sempre organizado e arrumado para receber os pacientes e seus possíveis acompanhantes, evitando barulhos, discussões ou excesso de ruídos que possam incomodar os presentes;
  • Verificar se os banheiros estão higienizados, a copa impecável, os sofás arrumados, as revistas e jornais em ordem;
  • Ouvir o que está sendo dito pelo paciente para entender suas necessidades, anotando tudo o que for necessário, e confirmando todos os dados de cada paciente.

A recepcionista é uma profissional que deve ter todas as qualidades necessárias para auxiliar no processo de atendimento e, para isso, deve ser bem selecionada e treinada.

Até a Próxima!

Como contratar uma boa recepcionista de clínica médica?

Uma boa recepcionista é uma das peças mais importantes entre os integrantes da equipe de saúde da clínica médica. Os profissionais de saúde contam com o seu trabalho, conhecimento e responsabilidade para manter um bom relacionamento com os clientes, para que os mesmos sejam bem acolhidos e que tenham a impressão certa da organização da clínica médica.

Por isso, é preciso saber como contratar uma boa recepcionista de clínica médica, procurando a pessoa certa para exercer a função, uma função que é de suma importância para que tudo transcorra dentro da normalidade na clínica. A recepcionista é o cartão de visitas, além de ser o principal meio de contato do paciente com o médico.

Além da recepção de clientes e da organização da agenda de atendimentos, a recepcionista também é a primeira pessoa a oferecer o contato para profissionais e fornecedores que visitam a clínica médica, devendo ser a pessoa responsável pela fixação da imagem e da reputação da empresa, fazendo da clínica uma referência.

Para contratar uma boa recepcionista de clínica médica, é preciso estar atento a todos os detalhes importantes da profissão, procurando aquela que possa trabalhar sem apresentar problemas e sim trazendo soluções.

A maneira certa para contratar uma boa recepcionista de clínica médica

A recepção da clínica médica é o melhor local para a captação e para a fidelização de clientes. Sempre que um cliente telefona ou entra na clínica para buscar informações, a primeira pessoa com quem mantém contato é a recepcionista.

Quando a clínica médica mantém uma profissional que saiba atender bem o cliente, que tenha simpatia e paciência, que seja competente em suas funções, a impressão que o cliente irá ter da clínica médica será positiva, mesmo antes de ser atendida pelo profissional médico.

Contudo, se o cliente é mal atendido, se tiver uma consulta desmarcada sem aviso, as chances de o cliente procurar outra clínica médica se tornam evidentes. Assim, contratar uma boa recepcionista de clínica médica torna-se uma necessidade das mais básicas para o profissional.

Veja como acertar na contratação de uma boa recepcionista para sua clínica médica:

       1-Faça a contratação através de uma empresa de recursos humanos

Muito embora seja necessário reduzir custos, principalmente quando se trata de uma clínica médica, optando por contratar alguém conhecido ou da família, contratar uma boa recepcionista de clínica médica exige a terceirização dos serviços.

A contratação de uma profissional para a recepção não é um trabalho simples, exigindo também qualificação de quem a contrata. Assim, é necessário procurar uma empresa de recursos humanos para fazer esse trabalho, lembrando que essa contratação não se trata de custo, mas sim de investimento para o futuro da empresa.

Contratar uma pessoa sem as devidas qualificações é gerar custos, principalmente quando se percebe que não é o profissional certo para o cargo.

Se o profissional não tem condições de ele próprio fazer uma seleção criteriosa de profissionais para a recepção, a empresa de RH poderá direcionar o processo. Uma empresa séria de recursos humanos irá fazer a seleção das candidatas, encaminhando para o médico apenas as que estejam qualificadas, dentro do perfil solicitado.

Assim, é possível economizar tempo e encontrar a melhor profissional, sem precisar justificar a não contratação da filha de um amigo ou conhecido.

      2-Na entrevista, analise as características pessoais

A partir do momento em que a empresa de recursos humanos filtrar as candidatas mais qualificadas, dentro do perfil solicitado, com a experiência e habilidades técnicas para o trabalho, o profissional médico irá entrevistar as candidatas.

Nessa entrevista é preciso dar atenção ao comportamento da candidata, analisando suas características pessoais e verificando se transmite a imagem que o médico deseja passar da clínica, como um local onde a prioridade é o paciente. Veja os principais atributos que uma recepcionista de clínica médica precisa ter para ser a escolhida:

       3-Cordialidade e educação

O atendimento de uma clínica médica exige que a recepcionista tenha boa educação, seja simpática e se mostre sempre disposta a ajudar. É necessário analisar durante a entrevista como ela estabelece sua comunicação, se é respeitosa, paciente e agradável para fazer um bom atendimento.

       4-Boa comunicação

Além de marcar consultas e passar todas as informações necessárias, a recepcionista também deve orientar os pacientes e, se não souber se expressar de forma clara e objetiva, poderá gerar confusões na comunicação. Durante a entrevista é preciso verificar se a candidata ouve com atenção as questões colocadas, se responde dentro do esperado sem fugir do tema, e se consegue se expressar de forma clara, sem precisar repassar a informação.

É necessário também analisar os termos que usa, se fala gírias ou usa jargões e chavões, que são atitudes que afastam qualquer cliente.

        5-Boa aparência

Uma boa recepcionista deve cuidar da aparência e, principalmente, mostrar-se uma pessoa higiênica, já que essa é a base para a imagem da clínica médica. Tratando-se de um local que cuida da saúde, a boa aparência é essencial para o trabalho de recepcionista, para manter a boa impressão da clínica médica.

        6-Fique atento ao período de experiência

Ao contratar uma boa recepcionista de clínica médica, mesmo com uma seleção criteriosa, existem determinadas coisas que só se vê na prática. A recepcionista deve ser uma profissional multitarefa, deve atender os clientes ao mesmo tempo em que marca consultas ou inserir dados no sistema.

Durante o período de experiência, o profissional deve estar atento para analisar se é realmente a pessoa adequada para a função.

        7-Faça um treinamento após a contratação

Depois da contratação que, como já dissemos, deve ser por um período de experiência, é preciso observar se tudo é feito de acordo com o que foi solicitado.

A recepção é um local que deve estar sempre limpo e organizado, deixando o cliente à vontade enquanto aguarda o atendimento e, para isso, a recepcionista deve ser proativa, oferecendo os meios para tornar a espera agradável.

É necessário também que a recepcionista goste do que faz, o que exige que esteja sempre motivada.

O profissional deve observar a postura profissional da recepcionista, se ela se comporta adequadamente, se não utiliza a internet ou o telefone para resolver assuntos pessoais, ou seja, deve se dedicar especificamente às suas funções.

Também é importante, durante o período de experiência, manter outras opções de candidatas. Assim, caso a candidata escolhida não tenha as características imaginadas, é possível convocar outra pessoa.

Como você acha que deve ser o perfil de uma recepcionista de clínica médica? Deixe seus comentários. Sua opinião é muito importante para nós!

Boa sorte na seleção de uma recepcionista e muito sucesso!

Até a próxima!

Como decorar uma clínica médica?

Decorar uma clínica médica exige alguns cuidados básicos, principalmente para criar um ambiente agradável para os pacientes sem necessariamente ficar próximo da ideia de um hospital.

A decoração de uma clínica médica exige uma intervenção de forma a transformar o ambiente em algo íntimo, onde os clientes devem se sentir à vontade, com bom acolhimento, e esse ponto deve nortear o decorador.

Uma das sugestões para decorar uma clínica médica é inserir na recepção tonalidades mais quentes, principalmente nos estofados e em alguns objetos de decoração, mostrando que os profissionais transmitem confiança, com uma iluminação suave e direcionada para marcar e valorizar os materiais aplicados.

Decorar uma clínica médica de acordo com cada especialidade

Ao mesmo tempo em que é preciso mostrar um ambiente acolhedor, tranquilo, que amenize a situação clínica de cada paciente, decorar uma clínica médica também exige que o projeto reflita de alguma maneira a especialidade médica.

Para uma clínica de dermatologia, por exemplo, o material mais interessante deve ser em laca, representando a pele humana em toda a sua delicadeza, sem qualquer imperfeição. A recepção deve ser decorada de forma a oferecer momentos de relaxamento ao paciente enquanto espera pelo atendimento.

Para decorar uma clínica médica, é necessário ter o apoio de um profissional de design de interiores que congregue todos os valores da clínica, a especialidade médica e o estado geral dos pacientes que a procuram, uma vez que o objeto maior da clínica sempre é o ser humano. E é preciso lembrar que, quando o cliente procura uma clínica médica, ele está de alguma forma debilitado ou carente, necessitando de um ambiente adequado para seu estado de espírito.

Estando debilitado e com seu estado de espírito alterado, o ambiente de uma clínica médica deve ser adequado ao paciente, além de, obviamente, cumprir com todas as normas de higiene e segurança, apresentando o conforto necessário tanto para o paciente quanto para o seu acompanhante, ou mesmo para os profissionais que atuam na clínica.

Toda a clínica deve refletir a preocupação dos profissionais com relação à recuperação dos pacientes e, da mesma forma como se faz na decoração de uma residência, é preciso haver um bom planejamento e uma boa experiência por parte do decorador.

Decorar uma clínica médica para tornar o ambiente convidativo

Decorar uma clínica médica, portanto, exige criar um ambiente convidativo, de uma certa forma impessoal, o que possibilita o uso de madeira na decoração, podendo ser através de painéis em paredes, nos balcões ou em móveis, já que se trata de um elemento que traz a sensação de calor.

O uso correto de cores pode influenciar no estado mental de determinados pacientes, e esse ponto deve ser observado, não inserindo muitas cores quentes e fortes, e sim com limitação, deixando as tonalidades mais calmantes em destaque.

Tons de verde e azul são excelentes opções, já que são cores que acalmam e combinam muito bem com a madeira.

Além do uso de cores de forma adequada, é necessário levar em conta o bom planejamento da iluminação para decorar clínicas médicas, tornando o ambiente ainda mais suave e com um design que possa oferecer o conforto necessário.

Decorar uma clínica médica para reforçar a imagem médica

Em clínicas e consultórios que buscam destaque, a construção de uma boa imagem do profissional médico e da marca de sua clínica é essencial na hora de decorar uma clínica médica.

Para decorar uma clínica médica é preciso dar atenção à disposição dos móveis, à combinação das cores e aos efeitos de iluminação, tornando o ambiente aconchegante para a clientela. Utilizando a correta combinação de cores, por exemplo, é possível ampliar os espaços, deixando a clínica mais confortável.

Utilizando boa iluminação em combinação com as cores, o ambiente se tornará mais propício a oferecer a calma e a tranquilidade para os pacientes, antes de serem atendidos.

Decorar uma clínica médica: escolher bem a mobília

Para decorar uma clínica médica, um dos principais cuidados deve ser com a escolha do mobiliário, sempre com o objetivo de deixar o ambiente mais convidativo, o que demanda a escolha de madeira nos móveis e balcões.

Madeira é o tipo de elemento que oferece a sensação de calor e aconchego, podendo ser misturada em vários formatos e cores, além de desenhos, como símbolos ou figuras, deixando que os pacientes, enquanto esperam, não sintam preocupação com relação ao problema que apresentam.

Selecionar com cuidado tons quentes e mais fortes, com apenas alguns detalhes na decoração oferece um ambiente aconchegante, evitando que fiquem mais nervosos e agitados. Procurar cores que transmitam tranquilidade é importante, não deixando muitas tons mais claras, como gelo e branco, ou tons pastéis, evitando que o ambiente lembre hospitais, situação que poderia trazer maior preocupação ao paciente.

Para combinar melhor o ambiente, na hora de decorar uma clínica médica, também é importante montar um sistema de iluminação adequado, apostando na iluminação indireta, com cúpulas de luminárias, por exemplo, feitas em tecido, deixando o ambiente mais acolhedor, oferecendo uma sensação de maior cuidado com os clientes.

Um bom decorador, com experiência em decorar uma clínica médica, deve ser selecionado pelos gestores da empresa, adequando o ambiente ao paciente e à especialidade médica atendida, gerando o ambiente mais propício aos pacientes e trazendo maior relevância ao profissional ou profissionais que ali trabalham.

Em última análise, as especialidades são os fatores que determinam a melhor abordagem para a decoração de uma clínica médica. Uma clínica pediátrica terá diferentes necessidades de design em relação à uma clínica de oncologia para adultos, por exemplo.  Por isso, ao planejar a decoração de uma clínica médica, o que deve ser levado em consideração é como alcançar a maior eficiência operacional para o melhor atendimento ao paciente.

Até a próxima!

Controle financeiro para médicos: saiba como se organizar!

O controle financeiro para médicos deve ser feito em seu consultório ou clínica, de modo à atender às necessidades da clínica  ou em planilha pessoal para atender as necessidades financeiras particulares do médico. Porém, para um médico gestor de uma clínica médica manter o controle financeiro da mesma ou até mesmo o seu controle financeiro pessoal, pode ser uma tarefa um tanto complicada, já que a profissão costuma ter diferentes formas de renda ligadas à pessoa física, à pessoa jurídica ou à clínica.

O médico empreendedor precisa ter ciência que, para manter o controle financeiro corporativo ou pessoal, exige um nível de organização de todas as contas da clínica em um sistema ou aplicativo, separando os gastos pessoais dos gastos empresariais e fazendo a projeção de rendimentos e de despesas para se programar, tornando assim a gestão financeira mais eficientes, evitando principalmente, os riscos de cair na malha fina da Receita Federal.

Vamos analisar como deve ser feito um controle financeiro para médicos com algumas recomendações para otimizar as finanças e garantir a continuidade da clínica, mantendo todas as contas em dia:

Primeiro passo: montar o fluxo de caixa, facilita o controle financeiro para médicos

Seja numa clínica mantida como empresa jurídica ou através de atividade médica exercida como profissional liberal, o controle financeiro para médicos exige a criação do fluxo de caixa. Assim, é possível manter o controle sobre todas as atividades, tais como, contas a pagar e a receber, sobre rendimentos de outras fontes e pagamentos de salários, encargos da secretaria da saúde e todos aqueles pertinentes à atividade exercidas pelo profissional da saúde e de sua clínica médica.

O fluxo de caixa é feito através de um livro caixa, onde se registram todas as movimentações financeiras, tornando-se um registro de todas as entradas e saídas em espécie ou em cheques. Com o livro-caixa é possível controlar e passar as informações para o fluxo de caixa, onde será feita a análise de todos os custos e todos os rendimentos.

No fluxo de caixa é necessário manter registros de Receitas, Despesas, Contas a Pagar, Contas a Receber, Empréstimos, Reembolsos, Investimentos e tudo o que se relaciona à movimentação financeira.

É importante destacar que o fluxo de caixa deve ser atualizado todos os dias, logo após os lançamentos serem feitos no livro caixa, o que exige muita disciplina. No caso de haver uma pessoa responsável, essa pessoa deve ter acesso a todas as informações, inclusive de contas bancárias, recebendo todos os comprovantes necessários para fazer os lançamentos.

Segundo passo: organizando o fluxo de caixa

Vamos ao segundo passo para manter o controle financeiro para médicos organizando a ferramenta do fluxo de caixa.

Além de sua atualização diária, é necessário organizar o fluxo de caixa. Para isso, é necessário algumas técnicas específicas:

Determinar o período do fluxo de caixa

O fluxo de caixa deve ter um período determinado, e isso geralmente é feito mês a mês. Não é interessante escolher um período muito longo, para que não se perca o controle.

Definir como identificar receitas e despesas

As receitas e despesas devem ser diferenciadas. No caso de usar uma planilha eletrônica, é possível fazer isso através de cores. O mais importante é que sejam facilmente visualizadas no fluxo de caixa.

Identificar movimentações financeiras periódicas

Havendo pagamentos ou recebimentos periódicos, é necessário registrá-los no fluxo de caixa na data determinada, podendo fazer as previsões de recebimentos e de pagamentos.

Registrar as contas a pagar

Todas as despesas mensais devem ser registradas, como aluguel, energia, telefonia, pagamentos parcelados ou taxas. O saldo do fluxo de caixa será consolidado com o caixa atual e poderá ser provisionado o saldo futuro, considerando as contas que devem ser pagas.

Registrar as contas a receber

Lançamentos de contas a receber, como de convênios, por exemplo, devem ser feitos para contrabalançar o saldo do caixa, verificando se haverá ou não necessidade de aporte para o cumprimentos das obrigações.

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Terceiro passo: criando categorias

Para ter maior controle financeiro da clínica médica é necessário criar uma classificação de categorias para as receitas e despesas. Essas categorias devem ser suficientes para atender todas as necessidades do controle financeiro para médicos, destacando que poucas categorias irão deixar o controle superficial e que muitas o deixarão por demais detalhado. Aqui é importante encontrar e manter o equilíbrio.

Quarto passo: fazer um controle financeiro pessoal

O controle financeiro de um médico deve ser separado entre o pessoal e o profissional. O trabalho na clínica ou consultório é o seu lado profissional, enquanto que os gastos pessoais fazem parte de sua vida fora do trabalho.

Ao manter um controle financeiro pessoal, o médico saberá qual é o seu rendimento mensal e qual é o seu padrão de consumo. Assim, vai se tornar mais fácil gerenciar as contas, evitando misturar dinheiro do consultório ou clínica com o dinheiro de sua vida pessoal e de sua família.

Se quiser se organizar melhor, o médico poderá aplicar as mesmas técnicas do consultório para o seu controle pessoal, com o fluxo de caixa e o livro caixa, registrando tudo o que consome e sabendo onde pode ou deve cortar gastos.

Quinto passo: contrate uma assessoria para lhe auxiliar em seu controle financeiro para médicos

Fazendo um controle financeiro , o médico pode manter todo o controle sobre suas finanças, tanto pessoais quanto da clínica ou consultório. No entanto, é importante destacar que qualquer profissional liberal deve prestar contas à Receita Federal.

É bastante comum que médicos que atuam como profissionais liberais sejam alvo da malha fina da Receita Federal em função das relações de trabalho atípicas e da variedade de fontes de renda.

Mesmo sendo um expert em seu legado como profissional da saúde, sabemos que o médico não é obrigado a conhecer todas as leis que regem a vida de um profissional. Sendo assim, a melhor coisa a fazer é contratar uma assessoria contábil especializada em contabilidade para clínicas médicas, que possa lhe orientar com relação ao que pode ou não ser lançado no livro caixa pessoal e no livro caixa de sua empresa.

Se restarem algumas dúvidas sobre o controle financeiro para médicos, poste-as nos comentários. Será muito bom interagir com você!

Até a próxima!

Como controlar o custo fixo da sua clínica médica em 6 passos

O controle financeiro de uma clínica médica exige a distribuição das receitas, dos custos fixos e dos custos variáveis. Para controlar o custo fixo da sua clínica médica, é importante, antes de tudo entender as diferenças entre os custos fixos e variáveis e a necessidade de diferenciá-los.

Para entender melhor todos os custos da clínica médica e classificá-los em suas devidas contas, é preciso, antes de tudo, levantar todos os gastos em um período de tempo, sabendo que quanto maior o período, menor será a variação de custos, uma vez que existem despesas que aparecem em frequências diferenciadas, podendo ser semestrais ou anuais.

Com os dados em mãos, é hora de separar os custos pelos quais a empresa é responsável, mesmo que o ritmo e o volume sejam variáveis. Entre os custos fixos, podemos destacar as despesas de aluguel, limpeza, manutenção de equipamentos, telefonia e salários, entre outros.

Os custos variáveis são aqueles que estão diretamente relacionados ao volume de atendimento, da prestação de serviços. Assim, esses custos variam todos os meses. Eles podem estar relacionados à compra de materiais de uso e consumo, de medicamentos, de serviços contratados, ou seja, são todos os custos relacionados diretamente ao atendimento de clientes ou procedimentos médicos.

O que são os custos fixos?

Explicando de uma forma bastante simples, portanto, devemos colocar como custos fixos para uma clínica médica, todas as despesas que não possuem alteração, ou que tenham pequenas alterações, durante as atividades. Esses custos fixos também podem ser classificados como custos de estrutura, como o aluguel, que pode sofrer reajustes todos os anos, mas que permanece fixo todos os meses. Da mesma maneira é a folha de pagamento dos funcionários, que só apresenta um reajuste anual, não se alterando durante os meses do ano.

O que são os custos variáveis?

Por outro lado, os custos variáveis são aqueles diretamente ligados à atividade da clínica médica, sofrendo alterações todos os meses. Um bom exemplo é o uso de medicamentos e materiais de uso em curativos e cirurgias. Quanto mais se faz curativos, mais se gasta com esses materiais. Assim, o custo da clínica médica vai variar dependendo da quantidade de curativos feitos durante os meses. Mesmo que o atendimento de clientes não tenha variação de um mês para o outro, esses custos nunca serão fixos, porque dependem da quantidade de clientes atendidos em cada período de apuração dos resultados.

É preciso entender ainda que existem custos que, mesmo classificados como variáveis, podem ter uma parte que se enquadra nas duas categorias. Como exemplo numa clínica médica que possua uma sala de cirurgia, podemos destacar a energia elétrica: existe a parte que é usada na administração, que deve ser considerada como custo fixo, e a parte que é usada somente quando há cirurgias, considerada, portanto, um custo variável, já que está diretamente relacionada ao número de cirurgias praticadas.

As razões para controlar o custo fixo da sua clínica médica

Depois de diferenciados os custos fixos dos custos variáveis, vamos procurar entender as razões para fazer a distinção e para controlar o custo fixo da sua clínica médica.

A primeira razão para essa distinção é saber o quanto custa a manutenção mensal da clínica e preparar a reserva necessária para a possibilidade de períodos menos movimentados, quando a receita pode cair, enquanto esses custos continuam os mesmos.

Os custos variáveis são proporcionais ao atendimento, e sempre são cobertos pelo faturamento, mas os custos fixos independem do atendimento e do número de clientes em cada mês.

Isso pressupõe que a clínica médica deve ter sempre uma reserva financeira para continuar funcionando, haja ou não clientes.

A segunda e mais importante razão para controlar o custo fixo da sua clínica médica é a precificação dos serviços. O que precisamos entender, aqui, é que, quanto maior o número de atendimento, maiores também serão os custos variáveis.

Contudo, a quantidade de atendimento vai reduzir o impacto dos custos fixos sobre cada serviço ou atendimento prestado, já que estes não variam, seja com maior ou menor número de clientes.

Dessa forma, quanto maior o número de atendimentos, maior será a possibilidade de a clínica médica reduzir o valor de uma consulta ou de uma cirurgia, por exemplo, que vai custar menos para a empresa.

Vamos ver os passos que devem ser analisados para controlar o custo fixo de sua clínica médica:

Primeiro passo: fazer o levantamento de todos os custos

Em uma planilha de controle financeiro para clínicas médicas, é necessário fazer o levantamento de todos os custos (fixos e variáveis), separando-os pelas suas denominações e pelos meses utilizados para o levantamento. Nessa etapa, não é necessário ainda separar os custos fixos dos variáveis, apenas os números de cada mês.

Segundo passo: separar os valores mensais pelo seu volume

Os valores, agora, devem ser separados segundo o seu volume, desde que sejam próximos. Por exemplo, a conta de energia elétrica pode variar um pouco para mais ou para menos, mas mantém-se num valor constante

Terceiro passo: classificar as contas de custos

O terceiro passo é separar as contas entre os valores que são aproximados e aqueles que são esporádicos ou não constantes em cada um dos meses, colocando os aproximados como custos fixos e os inconstantes como variáveis.

Quarto passo: analisar cada uma das contas

Como a classificação deve espelhar a realidade, é hora de analisar cada uma das contas para saber se ela está ou não diretamente ligada ao atendimento. Por exemplo, custos de medicamentos podem ser constantes se o número de pacientes estiver constante, mas não devem ser considerados como fixos, já que o número de atendimento poderá variar de mês a mês.

Quinto passo: montar o plano de contas

Agora que está tudo separado, para controlar o custo fixo de sua clínica médica, é só montar o plano de contas de custos para que os próximos lançamentos sejam feitos de forma correta. Cada despesa deverá ser lançada no seu campo apropriado para que se tenha uma contabilidade dentro dos padrões.

Sexto passo: montar o fluxo de caixa

Por fim, para se controlar o custo fixo de sua clínica médica de forma adequada,  basta montar o fluxo de caixa com os valores obtidos com o levantamento realizado e fazer a projeção para os próximos meses.

Se os custos fixos se mostrarem muito altos, é de suma importância que se ajuste os mesmos ao volume de atendimento para se manter a eficiência da gestão e a saúde financeira da clínica.

Os gestores envolvidos no gerenciamento financeiro de uma clínica médica devem considerar mais do que apenas os custos fixos e variáveis e também apenas as receitas financeiras. Devem ter uma compreensão em profundidade de quanto custa para atender a um paciente (servir um cliente), bem como sua equipe está realizando suas tarefas de modo adequado.

Eficiências em ambas as áreas são necessárias para alcançar um resultado de satisfação máxima do paciente. Afinal, é disso que se trata uma gestão de sucesso.

Até a próxima!

Qual o custo para montar uma clínica médica e uma clínica odontológica? Você precisa saber!

Quando consideramos a estimativa de médicos e dentistas no Brasil, percebemos que estamos até melhores do que a maior parte dos países no mundo. O Brasil possui 2 médicos para 1.000 habitantes e, entre os dentistas, estima-se de 1 em cada 5 dentistas no mundo está no Brasil.

Essa estimativa mostra que o mercado brasileiro oferece grandes oportunidades para profissionais de saúde, mas o custo para montar uma clínica médica e uma clínica odontológica ainda estão bastante altos.

Abrir um consultório continua sendo o grande objetivo de médicos e dentistas que buscam a liberdade de atuação profissional, sendo esse um grande passo na carreira e, certamente, que precisa ser bem planejado, com o cuidado que exige o empreendimento.

Os preços para se montar um consultório

O custo para montar uma clínica médica e uma clínica odontológica podem superar os R$ 50 mil. Para o profissional que possua esse capital, além dos custos iniciais de aluguel do imóvel, o empreendimento torna-se extremamente viável, mas não basta apenas conhecer esses custos e sim fazer o planejamento correto para não incorrer em prejuízos.

Se o profissional, médico ou dentista, está com o objetivo de montar seu próprio consultório, também é importante conhecer o custo operacional do empreendimento, ou seja, se não tiver conhecimentos administrativos, deve contar com o auxílio de uma assessoria contábil especializada em contabilidade para clínicas médicas e contabilidade para clínicas odontológicas, para que possam orientá-lo com relação aos trâmites exigidos pela legislação.

Num consultório, existe a necessidade de manter controles com os materiais médicos e odontológicos, materiais de escritório e de higiene, controles de funcionários, incluindo recepção, pessoal de limpeza e auxiliares de consultórios, encargos tributários e despesas de manutenção de equipamentos, além dos custos normais de qualquer estabelecimento, como água, telefone e energia.

Burocracia para montar uma clínica

O custo para montar uma clínica médica e uma clínica odontológica também envolve, além dos investimentos em equipamentos e o custo operacional, os custos burocráticos. Assim, não basta apenas ao profissional ter o seu registro no conselho de classe e o seu diploma, devendo cumprir com todos os requisitos legais e regulamentações específicas.

Para abrir um consultório, o dentista ou o médico deve ter o seu registro na Prefeitura de sua cidade, pagando as taxas correspondentes e apresentando os documentos do local onde será instalada a clínica. Além disso, é necessário ter a inscrição no INSS e requerer os alvarás de funcionamento da Vigilância Sanitária e do Corpo de Bombeiros e o Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde (CNES).

Quando se pretende abrir um consultório como empresa, é necessário ainda o contrato social, o registro em cartório, obtenção do CNPJ e da Inscrição Municipal.

Nesta etapa fundamentalmente é crucial a contratação de uma assessoria contábil especializada em contabilidade para clínicas médicas e contabilidade para clínicas odontológicas, pois os mesmos são especializados em toda legislação vigente e também conhecem todos os trâmites legais para que você inicie suas atividades em dia com o fisco.

Opções para não montar uma clínica

É evidente que existem outras opções, quando o profissional ainda não possui o capital necessário, como trabalhar em outra clínica odontológica ou médica ou mesmo trabalhar em hospitais, enquanto procura criar o seu capital para montar a própria clínica.

Tanto para a clínica médica quanto para a odontológica, o profissional de saúde pode contar com a possibilidade de ser um franqueado, mas também neste caso deverá ter o capital exigido, já que o custo para montar uma clínica médica e uma clínica odontológica no sistema de franquia também exige investimentos.

O que o profissional deve fazer antes de montar sua clínica

Dissemos anteriormente que o custo para montar uma clínica médica e uma clínica odontológica está acima de R$ 50 mil, e isso vai depender do tipo de clínica, do seu estilo e dos objetivos do profissional de saúde.

No entanto, esses valores são fáceis de serem levantados através dos fornecedores de equipamentos. O profissional de saúde não pode dispensar, no entanto, o apoio de profissionais ao fazer o planejamento para sua clínica.

E aqui é importante salientar que o local de instalação da clínica é de suma importância, procurando um ponto comercial que seja de fácil acesso e que deixe a clínica mais visível no mercado.

O profissional de saúde deve pensar como um empreendedor, planejando o espaço interno, que deve estar adequado para o crescimento no número de atendimentos e na quantidade de serviços de saúde prestados.

Como tudo vai envolver investimentos, é importante que o profissional de saúde tenha apoio de uma assessoria contábil especializada em contabilidade para clínicas médicas e contabilidade para clínicas odontológicas para todas as etapas de desenvolvimento, que incluem, entre elas:

       1-Cálculo e planejamento de todos os investimentos

O custo para montar uma clínica médica e uma clínica odontológica não exige apenas o investimento inicial, mas também o que envolve a estrutura, a preparação e a organização do local onde os pacientes serão atendidos.

O profissional de saúde deve colocar no papel tudo o que seja necessário, calculando ainda o capital de giro, que será importante para os primeiros meses de operação.

      2-Definição de um público-alvo

Um fator importante para conhecer o custo para montar uma clínica médica e uma clínica odontológica é a definição do público-alvo, já que é necessário saber o que oferecer para ter serviços de qualidade.

No caso de atendimento diferenciado, por exemplo, é preciso pensar nessas diferenças, como o atendimento ao público infantil, que vai exigir um ambiente de acordo com as necessidades infantis, ou de um público de terceira idade, que vai exigir melhor planejamento em acessibilidade.

      3-Escolha da melhor localização

A localização é um fator que vai influenciar diretamente nos resultados do consultório, além de serem uma referência para o custo para montar uma clínica médica e uma clínica odontológica.

O profissional de saúde deve pensar nos fatores como facilidade de acesso, fluxo de pessoas, custo de aluguel e outros inerentes ao consultório.

Conclusão

O profissional de saúde que procura saber o custo para montar uma clínica médica e uma clínica odontológica, ao utilizar os serviços de uma assessoria contábil especializada em contabilidade para clínicas médicas e contabilidade para clínicas odontológicas , terá todo o apoio necessário para montar seu estabelecimento dentro do que determina a legislação, enquanto pode se preocupar com a parte operacional, ou seja, a qualidade dos serviços prestados.