Coworking para profissionais de saúde – as vantagens da economia colaborativa

Compartilhar. Essa palavra tem agregado cada vez mais sentido e valor na rotina da sociedade moderna. E não estamos falando de compartilhamento de postagens nas mídias sociais, mas de uma economia colaborativa que gerou uma nova percepção de mundo: substituir o acúmulo pela divisão.

Essa tendência é muito bem representada por aplicativos como Airbnb, Yellow e Uber que geraram soluções que transformaram formas de consumo. Dentro dessas novas formas, não poderíamos deixar de falar do coworking, modelo de trabalho que é baseado no compartilhamento de espaço e recursos de escritório. Esse modelo tem se expandido e alcançou os profissionais de saúde, se tornando uma alternativa bem interessante para quem não tem (ou não quer gastar) uma reserva financeira investindo na própria clínica ou consultório.

Fora a questão da economia, esses espaços são vantajosos por oferecerem experiências tanto para os profissionais quanto para os pacientes. Esses diferenciais vão desde a arquitetura e design dos ambientes, que esbanjam modernidade e fogem completamente dos padrões de consultórios tradicionais, até a possibilidade de networking, pois a oportunidade de conhecer outros profissionais, trocar conhecimentos e realizar parcerias não pode ser desperdiçada.

Como médicos e dentistas podem utilizar espaços de coworking?

No Brasil já existem espaços de coworking especializados para profissionais de saúde. Eles possuem facilidades para agendamento de consultas, recepcionistas, café, cozinha, armários, bicicletários, áreas para exames e equipamentos específicos para a área. Muitos também oferecem serviços personalizados que permitem que o médico ou dentista tenha uma linha telefônica, website, cartão de visita, entre outros itens de papelaria.

Quanto custa trabalhar em um coworking?

Existem diferentes tipos de pacotes, mas um dos mais comuns é o pay-per-use, no qual os profissionais só pagam pelo tempo que utilizarem o espaço escolhido. Esse recurso evita a geração de gastos quando o profissional não estiver atendendo.

Juntando com o fato de que as despesas de espaço, equipamentos de escritório, mobiliário e funcionários acabam sendo compartilhados, atender em um coworking permite uma economia expressiva.

Quem atende em espaços de coworking precisa de um contador?

Segundo Marcelo Henrique Pereira da Silva, sócio da Proativa Consultoria Contábil e Empresarial, mesmo os profissionais que optarem por atender no modelo de economia colaborativa irão precisar dos serviços de um contador. “Na verdade, toda empresa precisa. Além das obrigações fiscais e conformidades perante o fisco, o contador irá desenvolver planejamentos tributários e de custos, proporcionando um apoio financeiro diferenciado para o negócio”.

Marcelo também aproveita para dar dicas para os profissionais que estão em início de carreira e pensam em fazer parte da tendência do coworking. “É importante prestar atenção na escolha do local. Dê preferência para lugares que não sejam tão impessoais e que, mesmo que sejam tão grandes, tenham uma boa infraestrutura, localidade e conforto para os seus pacientes. Também é necessário verificar a viabilidade da utilização do endereço fiscal para a atividade médica”.

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